domingo, 25 de janeiro de 2009
MEDO DE ADOECER !
A lepra é uma doença tão antiga quanto à existência do homem na Terra.
No Egito Antigo, por volta de 1350 A.C., já se verifica relatos sobre ela.
A Bíblia também corrobora a antigüidade da lepra, contando que desde cedo ela se fez presente na civilização judaica, trazendo desastrosas conseqüências pessoais, familiares e sociais.
Depois de tanto tempo, hoje, século 21, a lepra ainda continua a atingir uma fatia larga da população mundial, especialmente, em certos países tropicais.
Não é por menos que cerca de 11 milhões de pessoas no mundo padecem desse mal.
E tais números aterrorizaram o Ministério da Saúde nesses últimos anos, levando-o a esclarecer à população sobre os sintomas e o tratamento da doença.
Dentre os poucos sintomas diagnosticáveis da lepra veiculados na campanha do Ministério da Saúde, se encontra a aparição de manchas levemente avermelhadas e carregadas de insensibilidade.
Caso não seja descoberta a doença rapidamente, o portador dela, pouco a pouco, passará por um alastramento dessas manchas insensíveis em seu corpo, que o conduzirá de modo lento e sem dor, a um processo de esquartejamento involuntário, membro a membro, até vir a óbito.
O intrigante desta doença é que seu mal se alastra na insensibilidade. Logo, podemos dizer que a lepra é o mal da insensibilidade, e quanto mais insensível for o corpo mais perto da morte se fica.
O Novo Testamento nos revela que Jesus curou muitos leprosos, tocando-lhes e ordenando que seus corpos fossem limpos, voltando a ser sensíveis aos sabores e dissabores da existência.
Porém, nesses últimos dias, o Senhor deseja curar não somente os leprosos corporais, todavia, muito mais, os leprosos de alma.
E quem são eles?
Todos quantos que têm sido infectados pelo bacilus insensibillis, o qual promove a insensibilidade afetiva de seu portador, conduzindo-o a não mais sentir o ato curativo nem os arranhões da vida.
Esses atuam da seguinte forma: em frente à dor do outro não reagem, pois não sentem nenhuma dor, embora não sintam nenhum calor humano.
Se seu coração chegou ao estágio máximo de hiperinsensilidade é um péssimo sinal.
Isto significa que um processo de degeneração existencial se deflagrou em você, invadiu as suas estranhas e estão lhe partindo em pedaços em cada encontro com a realidade.
Entretanto, se, porventura, um flash de lucidez lhe bateu nessa hora, saiba que Jesus continua sendo o mesmo, ontem, hoje e sempre. Peça para que Ele lhe cure, e, então, você sentirá o calor ou o frio, e será completamente curado.
Agora é com você! PR GILSON TENORIO
sábado, 24 de janeiro de 2009
Igreja Batista do Monteiro realiza 1º curso de capacitação para EBD
A Igreja Batista do Monteiro realizou nos dias 22 e 23 de Janeiro o 1º Curso para lideranças da Escola Bíblica Dominical. Nos dois dias, os presentes puderam assistir palestras sobre liderança, comunicação, motivação, finanças, métodos e inovações etc.
No primeiro dia, o ciclo de palestras iniciou-se com a vice-diretora da EBD, Juliana Lourenço. Trazendo uma visão geral sobre o que é a Escola Bíblica Dominical enfatizou a importância deste treinamento para quem trabalha direta ou indiretamente com esta escola mundial. Em seguida, o Pastor da Igreja, Gilson Tenório, falou sobre liderança e responsabilidade de ser um líder. A professora Evelynne Oliveira apresentou o tema “Relações humanas” e o diácono Eliel Castilho trouxe uma visão geral sobre Métodos e Inovações na EBD. O primeiro dia de palestras foi finalizado pela Diaconiza e professora Arapuanci Carvalho com o tema: “Motivação: Como criar e manter”. “Este tema é um item fundamental para um ensino e aprendizado proveitoso”, disse Arapuanci.
No segundo dia do evento, os presentes acompanharam os seguintes temas: “Desafios – como enfrentá-los e vencê – los” de responsabilidade do seminarista Salatiel Costa. “Gostaria de parabenizar a Igreja pela iniciativa do treinamento, que é de fundamental importância para o crescimento da EBD”, disse Salatiel. Em seguida, o tesoureiro Humberto Lira deu uma noção de finanças aos presentes e a diretora da EBD, Neide Castilho falou sobre Organização, Funções e cronograma da EBD. “Foram dias bastante proveitosos. Os palestrantes eram bastante capacitados e não deixaram nada a desejar”, disse a educadora religiosa da IBM, Márcia Tenório. O evento foi finalizado com uma atividade em equipe, onde o presentes puderam dar sugestões de como melhorar a EBD e a Igreja.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Igreja Batista de Gaza é atingida em bombardeio

Palestina - Uma minúscula igreja na Faixa de Gaza está bem no meio da atual crise.
A Igreja Batista de Gaza está fica em frente à delegacia de polícia bombardeada pelos israelenses. A igreja também foi atingida.
Carl Moeller, da Portas Abertas Estados Unidos, descreveu a crise em Gaza como "uma carga inédita de violência contra os palestinos”.
Segundo ele, a situação é extremamente estressante por razões óbvias. Centenas de palestinos foram mortos.
Alguns cristãos contaram à Portas Abertas sobre o horror que experimentaram à medida que Gaza era bombardeada.
Cristãos de Gaza fugiram para a Cisjordânia, entre eles alguns funcionários da Sociedade Bíblica de Gaza. O pastor da igreja batista, Hanna Massad, saiu do Oriente Médio.
"É digno de nota o quanto a Igreja tem suportado ali”, comenta Carl. "Ainda assim, os cristãos continuam a orar, continuam a clamar a Deus. Quando podem, vão consolar seus vizinhos.”
Politicamente, os cristãos palestinos não são aceitos nem por Israel nem por sua própria comunidade. A comunidade cristã, diz Carl, é um grupo humanitário e religioso cercado pelo fogo cruzado e pelo embate político e militar.
“Segundo os padrões israelitas, eles são palestinos; e pelos padrões do Hamas e de outros radicais, são estrangeiros, por serem cristãos.”
Isso deixa a Igreja em uma posição precária.
Carl diz que é muito difícil entregar ajuda material aos cristãos de lá – as atuais circunstâncias tornam isso impossível.
"Mas, dada a natureza precária da Igreja, suas atuais fragilidade e vulnerabilidade, devemos levar ajuda aos cristãos que precisam dela para sobreviver, coisas como roupa, alimentos e remédios.”
Tradução: Daila Fanny
Fonte: Portas Abertas